18/2/2009

Novo enderço na net

Bem, hoje o Inclusão Sergipe também passa a ser escrito no endereço http://inclusaosergipe.blogspot.com/. Uma forma de chegar a outras pessoas. Bom acesso nos dois links.

 

Abraço!!!



18/2/2009

Programa da Record traz exemplo para o mundo

 

Quem acompanhou o programa da Rede Record “Troca de Família!, exibido no dia 17 de fevereiro, pode observar um excelente exemplo de inclusão. Um das famílias tinha um pai com deficiência motora. Roberto Rios, é jornalista da Rádio Boa Nova, em São Paulo, onde apresenta o programa de entrevista “Gente como a gente”.


Interessante da matéria exibida é ter o dia a dia do jornalista de 54 anos, que não faz da deficiência uma barreira. No carro adaptado, ele percorre toda a capital espalhando a mensagem da inclusão social pelo rádio e por meio de palestras.


O Troca de Família denunciou ainda as dificuldades que Roberto e tantas outras pessoas com alguma deficiência enfrentam para ter acesso a um simples museu ou andar pelas calçadas esburacadas.


Conheça um pouco mais de Roberto na entrevista que ele concedeu a revista Sentidos:

Talento mais matérias deste canal
Roberto Rios

 O jornalista está assessorando Mara Gabrilli na Secretaria dos Portadores de Deficiência

Reportagem: Claudete Oliveira
Inserida em: 20/3/2005
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O jornalista Roberto Rodrigues Rios, 50 anos, casado e pai de três filhos, acredita que o preconceito está muito mais relacionado à postura, ao modo de ser e de agir das pessoas perante situações que tendem a ser preconceituosas. Paraplégico há nove anos, devido a um tirou que levou durante um assalto, Rios trabalha, constantemente, em prol da melhoria de vida das pessoas com deficiência. Ele conta que cinco meses após a paraplegia foi convidado para apresentar o programa de entrevistas Gente Como a Gente, transmitido pela rádio Boa Nova (AM - 1.450KHz), toda terça-feira às 16h30.

No início, Rios não achava o programa muito interessante, porque as pessoas entrevistadas só falavam de seus sofrimentos por causa da deficiência. "Eu não achava que isto poderia ser legal para os ouvintes. Depois de algumas conversas com o diretor da rádio, mudamos o foco." Ele começou a entrevistar pessoas que traziam informações úteis para este público. "Então passamos a falar sobre acessibilidade, esportes e carros adaptados, leis e outros assuntos de prestação de serviço."

Formado em jornalismo há oito anos, Rios conta que seu primeiro projeto em prol da pessoa com deficiência foi a criação de um gibi. O gibi do Leme como foi batizado, trazia informações úteis ligadas ao deficiente. Na época, em 1997 o gibi foi lançado no primeiro ano do Teleton, maratona de shows que arrecada fundos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), transmitida, uma vez por ano, pelo SBT. Além de apresentar o programa da rádio Boa Nova, Rios escreve artigos, profere palestras sobre convivência e relação interpessoal e, trabalha há 30 anos, como representante de vendas de produtos eletrônicos.

Hoje, o jornalista está deixando a área de vendas para dedicar mais tempo ao trabalho que está iniciando na recém formada Secretaria Municipal dos Portadores de Deficiência, da cidade de São Paulo. A pasta tem como secretária, a psicóloga Mara Gabrilli. Rios foi convidado por Mara para assessorá-la nas atividades. Na entrevista a seguir Roberto Rios fala do objetivo da nova Secretaria Municipal, das conquistas alcançadas pelas pessoas com deficiência e de sua opinião com relação ao preconceito.


Qual a sua atuação dentro da Secretaria dos Portadores de Deficiência?
Eu ainda não assumi um cargo. Eu, o Guilherme Bara, o Renato Baena e a Rita Ribeiro estamos assessorando a Mara, como voluntários. Nós ainda não temos vínculos trabalhistas com a prefeitura, porque a Secretaria ainda não está totalmente estruturada. Nós estamos adiantando alguns serviços. A Secretaria não trabalhará diretamente com o cidadão. Ela irá atuar em dois níveis horizontais: em conjunto com as outras Secretarias Municipais (transporte, habitação, saúde, trabalho, etc) e a outra atuação será com a iniciativa privada.

A Secretaria já tem algum projeto em andamento?
Ainda não temos projetos em andamento, mas temos muitas idéias em discussão. A idéia é trabalhar em conjunto com as outras secretarias para que elas ampliem o seu trabalho com ações que inclui as necessidades das pessoas com deficiência. Na Secretaria da Saúde, por exemplo, o nosso objetivo é promover a acessibilidade nos postos de saúde até a criação de pólos de reabilitação nos hospitais.

Como você analisa as conquistas das pessoas com deficiência na sociedade?
Eu acho que tivemos um grande avanço nos últimos sete anos. Antes dessa época, não se houvia falar das pessoas com deficiência. Era como se elas não existissem. Acho que de alguns anos para cá, o movimento pela inclusão dessa parcela da população se fortaleceu. Foram surgindo lideranças neste meio que fez uma revolução. O astro da série Super-Homem, o ator americano Christopher Reeve, foi um exemplo dessa liderança quando lutou, incessantemente, em desfesa de pesquisas com células-tronco. Aqui no Brasil, temos vários outros exemplos de pessoas que militam pela causa dos deficientes, como a treinadora de ginástica Georgete Vidor, a produtora Flávia Cintra, a psicóloga e atual secretária Mara Gabrilli, eu e muitas outras pessoas. E por outro lado, também houve um ambiente favorável proporcionado pela ciência e com isso a mídia passou a dar espaço e as iniciativas em prol da inclusão começaram a aparecer.

E como as pessoas com deficiência estão reagindo perante o que já conquistaram?
Muitas estão buscando essas conquistas e atuando para que, cada vez mais, tenham o seus direitos garantidos. Por outro lado tem pessoas com deficiência que não querem aproveitar e nem mesmo saber o que está sendo feito prol delas. Infelizmente isso ainda acontece.

Essas conquistas já são suficientes e não há mais nada a ser conquistado?
As melhorias ainda não são suficientes, mas hoje está melhor do que antes. Acho que houve grandes avanços no sentido da qualidade de vida das pessoas com deficiência. Como por exemplo, a acessibilidade em lugares públicos e privados. Sete anos atrás não existiam rampas nas ruas de São Paulo. Para que possamos viver melhor, acho que falta resgatar todos os séculos que nós perdemos na história do ser humano. O deficiente sempre existiu. Só que séculos atrás, a sua existência era simplesmente ignorada. Hoje, a sociedade ainda não esta atuando como um todo na vida das pessoas com deficiência, porque o processo é lento, mas as coisas estão acontecendo. Acredito que nos próximos dez anos teremos muito mais para pontuarmos.

E o que você pensa sobre o preconceito?
Eu nunca fui vítima de preconceito. Eu acho que o preconceito está ligado muito mais à sua postura do que com a dos outros. É claro que você está sujeito a ouvir coisas que não gostaria de ouvir, mas ao reagir em situações que levariam ao preconceito, por parte de outras pessoas, pode ser um caminho. Certa vez, eu me deparei com uma pessoa que considerei ignorante e não preconceituosa. Eu estacionei o carro na garagem do prédio em que trabalhava e pedi por favor, para o manobrista me ajudar a tirar a cadeira de rodas do carro. Ele disse que não tinha obrigação de fazer aquilo, mas acabou tirando a cadeira e, praticamente jogou-a perto de mim. No outro dia, pedi o favor novamente, mas ele disse que não ia fazer, porque não era pago para aquilo. Acabei tomando outras providências e resolvi o problema de outro jeito. Para mim essa pessoa foi ignorante, mas não preconceituosa.

Gostaria de deixar alguma mensagem?
A minha vontade é que o mundo melhore em todos os aspectos. Não somente para as pessoas com deficiência, mas também para os grupos que sofrem discriminação, como os negros e as mulheres. Se eu posso contribuir para a melhoria da parcela da população, a qual eu pertenço, por que não fazer? Toda vez que há uma melhora, por mais pequena que ela seja, irá refletir no todo. Eu luto contra a ignorância das pessoas com relação à discriminação. Nas palestras que realizo nas universidades e em eventos, eu falo exatamente da boa convivência e da relação interpessoal.


15/2/2009

OMC - 90% dos cegos vivem em países em desenvolvimento

 
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Imagens do dia

15/02/2009

Imagem 12 de 21

Homem faz teste de visão em base da organização voluntária 'Karm', em Mumbai, India; de acordo com a Organização Mundial da Saúde, 90% de todas as pessoas cegas do mundo vivem em países em desenvolvimento, onde são vítimas da pobreza e desprovidas de serviços médicos Arko Datta/Reuters

 

No Brasil, estima-se que haja 1,2 milhão de pessoas cegas e cerca de 4 milhões de deficientes visuais. Sem ações de prevenção, o número de cegos em todo o mundo deve chegar a 76 milhões em 2020, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ainda de acordo com a OMS, 51 milhões dessas pessoas não ficarão cegas se tiverem acesso aos atuais recursos da medicina e a melhores condições de vida.

Atualmente, cerca de 36 milhões de cegos poderiam estar enxergando se tivessem sido tratados a tempo. São crianças e adultos que perderam a visão em razão de cataratas que poderiam ter sido operadas, de diabetes que poderiam ter sido controladas, ou de deficiências de vitaminas e outras doenças de fácil tratamento.

O problema tem a ver diretamente com a situação social e econômica: 90% dos cegos vivem em lugares sem serviços básicos de prevenção e tratamento. Também falta informação. Muita gente não tem conhecimento de que pode haver solução para o seu caso e várias pessoas ficam cegas porque não sabem cuidar dos olhos.

Outro fator importante é que, geralmente, as pessoas cegas são idosas e dependem de parentes que muitas vezes não podem ou não querem cuidar delas. Além disso, existe o agravante de que muitos hospitais que oferecem o tratamento ficam longe das comunidades onde vivem as pessoas com problema nos olhos.

A OMS aponta o empenho dos governos, dos médicos e de cada cidadão como a única forma de eliminar as causas da cegueira evitável e garantir a todas as pessoas o direito de enxergar.

Fonte: www.senado.gov.br



13/2/2009

Novas propostas de modalidades de atendimento à pessoa idosa serão apresentadas

A Promotora Especializada nos Direitos de Idosos e Portadores de Deficiência, Dra. Berenice Andrade de Melo, reuniu-se no MPE com representantes da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SEMASC), do Conselho Municipal da Terceira Idade (CMTI), para debater as modalidades de atendimento à pessoa idosa.

Para a Promotora de Justiça, é necessária a implantação, em curto prazo, de uma nova modalidade de atendimento ao idoso, em decorrência dos casos que chegam até o Ministério Público. Embora exista a notícia de que o Município está propondo a construção de abrigo na modalidade “Casa Lar” para idosos com vínculo familiar rompido, nada de concreto foi apresentado até a presente data. As listagens das Regiões de Saúde do Município, contudo, já foram apresentadas pelo órgão competente, da mesma forma que as relações de espera para inserção nas entidades de longa permanência, Same e Rio Branco.

Assim, a Promotora estabeleceu o prazo de 30 dias para que a representante da SEMASC apresente uma proposta para implantação de uma “Casa Lar” ou República ou Residência Social, com vistas ao atendimento da demanda reprimida que necessita de assistência nessa modalidade. Sugeriu, ainda, uma reaproximação com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), para a realização de um diagnóstico atual dos casos necessários e na área de maior vulnerabilidade, visando à efetiva implementação do projeto.


Rebecca Melo
Assessoria de Comunicação MP/SE

 



12/2/2009

Aluna com deficiência auditiva desaparece de escola

A estudante da Escola Estadual 11 de Agosto, localizada no bairro Getúlio Vargas, Joelma Silva, 16, está desaparecida. Ela é deficiente auditiva e, segundo a família, saiu da unidade de ensino sem autorização dos pais. A direção da instituição informou que desconhece a causa do desaparecimento. Segundo a administração da escola, o portão principal de acesso ao colégio fica sempre fechado e sob vigilância para evitar que alunos não autorizados deixem o espaço sem os pais ou responsáveis. A Secretaria de Estado da Educação (SEED) informou que a Companhia Escolar já foi acionada para auxiliar nas buscas e uma funcionária da Divisão de Educação Especial está prestando assistência à família. A mãe da estudante, que reside no bairro Rosa Elze, em São Cristóvão , também procura por outra filha desaparecida.

(Correio de Sergipe, p. Geral A4 – 12/02)



10/2/2009

Dica de Leitura: Heroísmo sem Limites

Com a publicação deste livro, o Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD) cumpre mais da sua missão. Uma ousadia que não está na coragem de o IBDD se apresentar como uma instituição diferente, em oposição ao assistencialismo tradicional no país, mas sim no espírito da luta pela cidadania de cada deficiente.

Uma beleza que não está na solidariedade humana que se respira no IBDD, em oposição ao egoísmo dominante na sociedade, mas sim nos movimentos, falas e olhares de pessoas com deficiência física, auditiva, visual e mental, que dançam em cadeiras de rodas, se comunicam em Libras e enxergam sentimentos que os olhos não vêem.

Uma poesia que não está no sonho de igualdade perseguido pelo IBDD, não está nas belas palavras das histórias contadas neste livro com brilhantismo por João Máximo e Rogério Daflon, não está nas imagens dessas histórias, igualmente belas, produzidas por Rogério Reis, nem nas rimas do poema visual criado por Victor Burton e Angelo Allevato Bottino para apresentar esta realidade, alimento do sonho perseguido.

Este livro é a homenagem devida pelo IBDD aos seus atletas, verdadeiros heróis da sua saga. Ele apaixonou a todos os envolvidos na sua produção, de Teresa Costa d’Amaral ao impressor da Gráfica Minister. Diante do sentido da vida redescoberto por quem tomou conhecimento do mundo das pessoas com deficiência pela primeira vez, como os autores deste livro, não há mais nada a dizer. (Fonte: IBDD)

Onde encontrar:

1) No IBDD: exclusivamente para pessoas com deficiência visual ou cegas, versões em braille ou áudio (peça pelo e-mail ibdd@ibdd.org.br ou pelo tel. (21) 3235-9290. É necessário informar telefone para contato e endereço para remessa);

2) INTERNET: www.travessa.com.br



10/2/2009

Gacc/SE lança cartilha de prevenção do câncer

A cada ano são descobertos 132 mil casos de câncer de pele em todo o mundo. De acordo com informações do Instituto Nacional de Câncer (INCA) as chances de cura, quando descoberto a tempo, são de 69%. Para ajudar neste combate, o Grupa de Apoio à Criança com Câncer  de Sergipe (GAAC/SE) produziu a cartilha “Salve a sua pele".

 

O material estará disponível na instituição e será distribuído também pelas ruas da cidade e pontos de grande concentração populacional de Aracaju. A cartilha é uma das ações do Projeto Gacc Saúde e traz explicações de prevenção, como detectar, as causas e os cuidados necessários para se expor ao sol sem correr tantos riscos.

Os interessados em adquerir a cartilha podem entrar em contato com a instituição pelo telefone (79) 3211-5642.



7/2/2009

Negligência no SUS em Aracaju

Esta semana conversei com algumas pessoas que tentaram atendimento nos Hospitais "Cirurgia" e "Joõa Alves Filho", em Aracaju. Um deles era uma senhoa de 72 anos que tem deficiência visual. Confira a matéria que eleborei para o SETV1, na Tv Sergipe.



2/2/2009

Acessibilidade: MP/SE em Ação

Promotoria trata da acessibilidade nos ônibus
30/01/2009 

Para discutir medidas que assegurem a acessibilidade nos ônibus que compõem o sistema de transporte coletivo de Aracaju, a Promotora de Justiça Especializada na Defesa dos Direitos dos Idosos e das Pessoas Portadores de Deficiência, Dra. Berenice Andrade de Melo, esteve reunida, em 29 de janeiro, na sede do MPE, com representantes da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT). Participaram também da Audiência membros do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (CEDPPD) e do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Município de Aracaju (SETRANSP).

Inicialmente, a Promotora de Justiça solicitou algumas informações acerca da renovação da frota de ônibus pelas empresas que fazem o Transporte Coletivo. Conforme Termo de Ajustamento de Conduta firmado em 04/09/2008, a SMTT se comprometeu em só adquirir veículos equipados para pessoas com necessidades especiais, ajuste este também firmado pelos representantes das empresas e com poderes de transação.

Tendo em vista os 100 novos ônibus que integrarão o serviço coletivo, a SMTT expedirá ofícios para as empresas validando os termos do TAC e ressaltando a legislação vigente. Os representantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros garantiram que todo esforço será feito para o atendimento ao acordo. Por fim, a Dra. Berenice solicitou ao Sindicato que a mantenha informada, mensalmente, sobre as ações efetuadas para cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta firmado pelas empresas.

Orla de Atalaia terá plano de acessibilidade concluído

 

A Promotora de Justiça Especializada nos Direitos dos Idosos e das Pessoas com Deficiência, Dra. Berenice Andrade, realizou Audiência Pública, em 26 de janeiro, para tratar das ultimas ações do plano de Acessibilidade na Orla de Atalaia.

Participaram da Audiência representantes da Secretaria de Estado da Infra-Estrutura de Sergipe (SEINFRA), da Companhia Estadual de Habitações e Obras Públicas (CEHOP), da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (EMURB), da Secretaria de Estado do Planejamento (SEPLAN) e da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT).

Para definir as responsabilidades das ações dos órgãos envolvidos quanto à sinalização, vagas de estacionamento e quesitos de acessibilidade da Orla e das adjacências, a SMTT, EMURB e a SEPLAN solicitaram uma cópia do contrato de seção, concedido pela União ao Estado, acerca dos limites da Orla de Atalaia.

O documento solicitado deverá se elaborado pela Superintendência Executiva de Estruturas da Orla Marítima de Aracaju (SUPEROMA), e apresentado durante a Audiência Pública marcada para às 9h do dia 16 de fevereiro. Segundo a Promotora, “nesta oportunidade serão definidas as responsabilidades e cronograma de execução para finalização de todos os quesitos de acessibilidade na Orla, conforme preconiza a legislação pertinente”.



20/1/2009

Acessibilidade nas casas lotérias em Aracaju

O ano de 2009 começou com preocupação do Ministério Público Estadual (MPE). No início do mês a Promotora Especializada na Defesa dos Direitos de Idosos e Portadores de Deficiência, Berenice Andrade de Melo, reuniu em Audiência Pública representantes da Empresa Municipal de Obras e Urbanismo (EMURB) para discutir ações que garantam a acessibilidade nas Casas Lotéricas de Aracaju.

Durante a Audiência, os técnicos da EMURB apresentaram à Promotoria um relatório fotográfico dos espaços que necessitam de adequação, porém o relatório não contem as informações técnicas sobre o atendimento aos itens determinados pela Legislação quanto à largura, declividade e total acessibilidade ao local.

Divulgação: MP/SE